O impacto da participação brasileira no SXSW 2026 já gera reflexos diretos com o lançamento da nova expedição internacional.
As administradoras de proteção patrimonial deverão implementar um sistema robusto de controles internos, com ênfase na segurança cibernética. Segundo o diretor da Susep, Carlos Roberto Alves de Queiroz, a medida é necessária em razão do alto volume de dados que serão processados e transacionados pelo segmento.
As novas regras visam garantir segurança, diversificação e prudência nos investimentos. Nesse contexto, as restrições incluem a proibição de operações com derivativos que gerem perdas maiores que o patrimônio líquido e a aplicação em fundos com exposição a risco de capital ou sem limitação de responsabilidade.
O diretor destacou ainda que os recursos destinados à cobertura das provisões e ao pagamento de indenizações não poderão ser utilizados para qualquer forma de assistência financeira. "É fundamental proibir que os administradores celebrem operações com partes relacionadas, prevenindo práticas que possam causar prejuízo à coletividade de participantes", pontuou Queiroz.
A minuta estabelece também um capital mínimo requerido de R$ 1,3 milhão para as administradoras. Esse valor será composto por capital básico e capital de risco, calculado sobre as contribuições brutas, com o objetivo de cobrir riscos operacionais e dar segurança financeira a todos os envolvidos no sistema.

